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O Direito sem Fronteiras desta semana debate o uso de tropas mercenárias pelos dois lados do conflito no Leste Europeu. É a privatização da guerra – os mercenários, quase sempre, são contratados por grandes empresas internacionais de segurança. Usam armas sofisticadas e chegam a ganhar dois mil dólares por dia.
São grupos paramilitares, ilegais perante o Direito Internacional. Têm mais autonomia do que as tropas regulares e não precisam obedecer a uma cadeia de comando rígida. São acusados de atrocidades ao longo da história.
Os Estados Unidos, sede da maioria dos grupos econômicos que contratam mercenários, usaram essas tropas em larga escala durante as guerras do Golfo, do Iraque e do Afeganistão.
O jornalista Guilherme Menezes vai conversar sobre o assunto com Rogério Lustosa, doutor em História e professor do Instituto Federal de Brasília, e com Tatiana Squeff, professora de Direito Internacional da Universidade Federal de Uberlândia.
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