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Na tarde de ontem, um grupo de magistradas prestou solidariedade à juíza federal Clara da Mota Santos Pimenta Alves, que atua como auxiliar no gabinete do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Clara foi alvo de violência política, por defender o processo eleitoral, e de discriminação regional, por ser nordestina. Conforme o relato, na sexta-feira, a magistrada estava em uma pizzaria com as duas filhas, após uma apresentação na escola, acompanhada de outros pais e crianças. A partir daí, iniciou-se uma conversa sobre as eleições brasileiras, e um dos integrantes da mesa afirmou que houve fraude no processo. Clara defendeu o sistema eleitoral, esclarecendo que ele era íntegro.
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