Este vídeo foi publicado primeiro em outro site. Vá para a fonte
O Viver Melhor desta semana aborda a importância da urgência para os transplantes de órgãos no país e chama atenção para a necessidade da informação sobre o tema, além de reforçar a conscientização de doadores e suas famílias.
Após dois anos de pandemia de Covid-19, a fila para transplantes no Brasil cresceu 30% e ultrapassa 50 mil pessoas. Segundo relatório da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, pelo menos nove pacientes morreram por dia à espera de transplante no primeiro trimestre deste ano.
Para quem está na lista de espera por um transplante, a realidade é uma mistura de ansiedade e incerteza. Receber um órgão vital significa recomeçar a vida. Recomeço aguardado por quase 60 mil brasileiros, entre eles o Odailson Monteiro de Souza, que mora em Brasília, tem 47 anos, e está na fila para um transplante de rim.
“O meu maior desejo é voltar à minha vida normal. Trabalhar, né! Poder sonhar novamente. E o maior deles, que eu sonho toda noite, é beber um litro de água e poder urinar, que eu sonho toda noite urinando, está na mente. Toda noite quando eu sonho”, relata o coordenador de logística, que vive sem os dois rins e se submete diariamente a sessões de hemodiálise.
A jornalista Rafaela Vivas também conversou com médicos e especialistas em transplantes. Veja os avanços da ciência, os xenotransplantes e métodos que dão mais qualidade de vida aos pacientes. Entre os convidados, no estúdio do programa: a diretora do Programa de Transplante de Fígado da Unicamp, Ilka Boin, e a responsável técnica pela Central Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, Patrícia Freire.
TV Justiça Oficial{authorlink}
