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O tabagismo é entendido como uma doença e mata mais de 8 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo, segundo a OMS. Na semana do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, o Viver Melhor alerta para os males dessa substância, em seus diversos produtos derivados, como cigarro, charuto, cigarro de palha, tabaco para narguilé, rapé e dispositivos eletrônicos para fumar.
A data, assim como a edição do programa, é um convite à reflexão sobre o tema. A nicotina, que é encontrada em todos os derivados do tabaco, é uma droga potente que chega ao cérebro e leva à dependência química e psicológica. O programa aborda os riscos e prejuízos sob vários aspectos.
Conheça ainda ações do poder público e da sociedade civil para combater o fumo e minimizar os impactos do tabaco no meio ambiente. A jornalista Rafaela Vivas esteve na Universidade de Brasília (UNB) e conversou com alunos e professores sobre um projeto desenvolvido que transforma bituca de cigarro em papel reciclado. O trabalho é feito em conjunto pelos Departamentos de Arte, Química e Biologia. Além do viés ambiental, o projeto também fomenta o empreendedorismo e o social. Alunos e professores oferecem oficinas a egressos do sistema prisional. “A gente trabalha com adolescentes em medidas socioeducativas e então eles aprendem a fazer esses produtos com papel reciclado e que geram renda para eles”, explica a coordenadora do Laboratório de Papel Artesanal da UnB, Thérèse Hofmann.
O programa ainda dá dicas de como parar de fumar, apresenta o caminho do tabaco no organismo e o elevado custo ao sistema público de saúde. No estúdio, a conversa é com a pneumologista, integrante da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Maria Vera Castellano e a chefe da Divisão de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco do INCA, Instituto Nacional de Câncer, Andrea Reis.
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